VIII
Estou farta de filhos da mãe.
Mas tenho que aprender a viver com eles porquê?
Não tenho feitio para isso.
Apesar de vivermos em sociedade eu recuso-me a pertencer a uma geração que se cala, que se acomoda e que não luta por um mundo melhor.
Enquanto tiver força na voz e nos braços denunciarei e serei uma sombra naqueles que quiseram jogar um jogo em que as regras foram ditadas unicamente por eles. Um jogo injusto e sujo.
Não permitirei isso.
Jogarei limpo e olhando na cara que é coisa que ninguém consegue fazer comigo.
Jogarei olhos nos olhos para que saibam que todas as acções têm consequências.
Não perdoo nem desculpo nenhum daqueles que não olhou a meios para atingir um fim, sem medir as consequências e sem pesar que não sou apenas eu a prejudicada.
Estas palavras tinha que as escrever e deixar bem claro que, daqui a algum tempo (pouco), quando as coisas forem tomando o seu devido rumo, não adianta tentarem desculpar atitudes que não têm perdão.
17 de Agosto de 2006
Comments
o correr da água, o fluir do vento, a voz que nos constrói...
Posted by: Zé Luis | junho 23, 2007 11:24 PM
o correr da água, o fluir do vento, a voz que nos constrói...
Posted by: Zé Luis | junho 23, 2007 11:27 PM
Filhos da mãe existem muitos nesta vida e por muito que não queiramos eles sempre irão existir cada vez em maior número.
De facto, não deveríamos... Mas temos de aprender a viver com eles. Aprender a reconhecê-los para que não nos afectem... Para que não nos destruam...
Posted by: Pardalito | julho 11, 2007 02:13 PM